Na pista há 144 anos

Veja no link acima: Uma história narrada pelos desafios nativos em canchas retas até a construção sucessiva dos hipódromos curitibanos e interioranos com seus campeões locais e nacionais. Por Luiz Renato Ribas


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No dia 29 de novembro de 1873, o extinto jornal “Dezenove de Dezembro” publicava a seguinte matéria: “Convido os habitantes desta cidade, de todas as nacionalidades para uma reunião que deve ter lugar amanhã na casa da Câmara municipal, ás 16 horas, a fim de tratar de fundar um Clube de corridas de cavalos”.

O chamado era feito pelo hipólogo brasileiro Luiz Jácome de Abreu e Souza, destacado pela imprensa na época como “A Alma do Turfe Paranaense”. Esse gaúcho, fácil fazedor de amigos e grande domador de cavalos era sempre pronto a mostrar suas perícias em praça pública, permaneceu na Província 73 dias com a finalidade de organizar o Club de Corridas Paranaense, desejo que acabou sendo consolidado.

 A história do Jockey Club do Paraná teve início no dia 02 de dezembro de 1.873, com a eleição de sua primeira Diretoria, que era assim composta:

Presidente Honorário: Luiz Jácome de Abreu e Souza
Presidente: Major Manoel Marcondes de Sá
Vice-presidente: Manoel Luiz Agner
1º Secretário: Nestor Augusto Marocines Borba
2º Secretário: Albino Scmmelpfeng
Tesoureiro: João Batista Ribeiro

O Prado Jácome, localizado onde hoje existe o Asilo Nossa Senhora da Luz (Rua Marechal Floriano Peixoto), que representou o primeiro marco do Jockey Club do Paraná, foi inaugurado em 29 de janeiro de 1874.

Na edição de 28/01/1874, o jornal “Dezenove de Dezembro” anunciou: “Club de Corridas Paranaense – amanhã – 29 do corrente, às 3 horas da tarde, terá logar a inauguração do Prado Jácome, com uma brilhante corrida de amadores. Os srs. Que inscreverem seus cavalos queiram apresentar-se na hora marcada para arranjaram-se os páreo” (Nestor Borba – 1º Secretário)

INAUGURAÇÃO

Em sua edição de 31/01/1874, o jornal “Dezenove de Dezembro” comentou a festa de inauguração do Prado Jácome, evidenciando de maneira especial a figura do hipólogo Luiz Jácome de Abreu e Souza:

“PRADO JÁCOME – quinta-feira – às 3 horas da tarde, perante numerosa concurrencia, inaugurou-se o Prado Jácome.

O campo onde se traçou a raia foi escolhido com felicidade, pois sendo suavemente ondulado, satisfaz a todos os requisitos para bem julgar-se da força muscular e do poder dos pulmões dos cavallos. Sua extensão é de mil e setecentos metros, que corresponde a uma milha inglesa, ou doze e meia quadras.

O Professor Jácome, o protagonista desta festa de progresso, montando em seu sábio Sanhassu, sempre amável e cavalheiro como todos conhecem, era incansável, dispensando conhecimento e dirigindo os amadores e espectadores em ordem a evitar todo e qualquer perigo. Dividiu-se, multiplicou-se, foi em fim a alma do turfe.

Foram juizes – da partida o sr. José Moreira de Freitas; da chegada o sr. Mota Junior e da raia os srs. Alferes Bonoso, Assis Teixeira, Bento Osório e Candido Lopes.

Três pares de quatro cavallos cada um tiveram logar. Foi vencedor do primeiro o Graça, do sr. Tenente Coronel José Bittencourt, do segundo Boro, do sr. Gaspar e do terceiro o Rivadavia, do sr. Nestor Borba.

O ultimo porem, excitou o enthusiasmo pela novidade. O sr. Arthur Browne, conhecedor do estylo inglez de corridas, colheu todas as palmas, resumiu todas as glórias do dia. Montando no Rivadavia, o mais bello typo do nosso cavallo, fez prodígio de adresse, mostrou a maneira porque um bom jockey governa, excita e ajuda o cavallo de corrida.

Surpreendeu o povo que não conhecia senão as carreiras do paiz no cavallo em pello com o cavaleiro quasi nu.

O Club de Corridas Paranaense assentou neste dia a pedra fundamental de um grande edifício, instituindo o tribunal de julgamento seguro dos melhores garanhões e egoas.

O nosso compatriota o ilustro hypólogo Jácome, depois de uma demora de setenta e três dias na Província, tendo visitado alguns pontos do interior, onde deixou sessenta discupilos adestrados em sua difícil arte, fundando o Club de Corridas e inaugurando ante hontem o Prado, retirou-se hoje para Antonina com destino à Província de São Paulo, onde pretende continuar a sua propaganda, colhendo os louros que lá o esperam. Prósperos ventos os acompanhem”.

Antes de partir, Luiz Jácome realizou uma demonstração de doma em benefício da Santa Casa, que mereceu do jornal “Dezenove de Dezembro” o seguinte comentário: “O ilustro hypologo brasileiro provou seu excelente método de domação. Um zaino bruto que nunca tinha recebido o contacto da mão do homem recebeu-o docilmente no fim de oito minutos, deixando-se enbuçalar como qualquer tambeiro. A perfeição deste trabalho que vem substituir o systema brutal da pancada pelo raciocínio e perseverança é maravilhoso. O sr. Luiz Jácome antes de começar seu trabalho pronunciou uma allocução em que provou seu saber, inteligência e patriotismo”.

Após a realização da segunda reunião, em 29 de março de 1874, o Club de Corridas recebeu a primeira crítica da imprensa. O jornal “Dezenove de Dezembro” comentou: “Pergunta-se à directoria deste club porque razão estando anunciada a grande corrida para as quatro horas da tarde, em ponto, teve ella logar, sem prévio aviso, ao meio dia”. E em seguida: “Qual a providencia que se tomou em relação a entrada dos sócios e das suas famílias?”.

O Clube de Corridas Paranaense continuou promovendo suas reuniões no Parado Jácome, que na década de 1880 passou a ser chamado Prado Curitibano, até os últimos anos daquele século.

PRIMEIRO GRANDE PRÊMIO

O primeiro Grande Prêmio da história do turfe do Paraná recebeu a denominação de Grande Prêmio “Dezenove de Dezembro”. A prova foi instituída pela Lei Provincial nº 866, de 17/02/1886 Corrido em 6 de janeiro de 1887, marcou o encerramento da gestão do presidente Capitão Bento de Menezes. Na distância de 1000 metros, pelo prêmio de 1:000$000 “patrioticamente concedido pela Província”.

Nove animais estiveram em ação. Itália, uma égua rosilha, de V. Gabardo, foi a vencedora.

NOVO HIPÓDROMO

No final do século as exigências do público era por melhores instalações e a sociedade passou a trabalhar na construção de um novo prado. No ano de 1897 foram tomadas as primeiras iniciativas para a construção do novo Prado (Guabirotuba), na gestão do presidente Ernesto de Campos Lima.

No dia 13 de novembro de 1898, o jornal “A República” publicou o seguinte edital: “A directoria do Club de Corridas Paranaense chama concorrentes para construção de obras de alvenaria para as novas archibancadas do Prado de corridas devendo os proponentes apresentarem suas propostas em carta fechada, até o dia 19 do corrente mês, a uma hora da tarde, na Livraria Econômica, rua XV de Novembro, 43”.

O Club de Corridas Paranaense conseguiu construir o Hipódromo do Guabirotuba, com a venda do terreno onde funcionou desde 1874 o Prado Jácome.

HIPÓDROMO DO GUABIROTUBA

A inauguração do Hipódromo do Guabirotuba, inicialmente, estava marcada para 2 de abril de 1899. Depois de adiamentos: 30 de abril, 28 de maio e 11 de junho, o novo Prado foi inaugurado em 25 de junho de 1899, com as presenças do Governador Santos Andrade e do General Comandante do Distrito, que foram recepcionados pelo presidente Ernesto de Campos Lima.

Na edição de 27 de junho de 1899, o “A República” comentou: “Magnífica esteve a festa inaugural do Jockey Club Paranaense. Recentemente acabado é incomparavelmente superior ao que tínhamos até então, pois além de ter posição mais bella e cômoda, dispondo de confortável archibancada, com pavilhão ao centro para autoridades, ampla e bem nivellada raia, offerece um conjunto elengatissimo.”

A festa de inauguração teve início com soberba corrida de Cyclemen´s, na distância de 3.200 metros, vencida pelo amador Gustavo.

Humaytá venceu o primeiro páreo realizado no Guabirotuba, enquanto a prova seguinte marcou a vitória de Caboclo. Nelusko e Victoria ganharam as corridas seguintes.

A principal prova, corrida em 1.000 metros, pela dotação de 2:000$000, marcou a vitória “do garboso Paraná, de propriedade do Capitão Eurico Neves, que teve a satisfação de ver seu bello animal, de volta à raia, para os cumprimentos de estylo e ser recebido por uma salva de palmas e estrepitosas aclamações”.

No mês de outubro de 1899 o presidente Ernesto de Campos Lima organizou o Stud-Book do Jockey Club Paranaense, órgão que controlava a criação do cavalo de corrida, especialmente aqueles que atuavam no Guabirotuba.

No dia 18 de janeiro de 1906, quando Joaquim de Andrade ocupava a presidencia, inaugurou-se a sede do Jockey Club, localizada no Palacete Franco. O presidente Vicente Machado da Silva Lima prestigiou o acontecimento e destacou: “o esforço sobrehumano dos dignos sportmans para dar ao Jockey Club a posição notável que hoje ocupa no concerto associativo do Paraná”.

O presidente Vicente Machado foi saudado pelo vice-presidente do Jockey, Benvindo do Amaral Valente.

PRIMEIRO PURO SANGUE

No dia 9 de agosto de 1908 registrou-se um fato importante, pois Seccion, o primeiro puro-sangue que correu no Guabirotuba, derrotou o nacional Jaguarão, em desafio que despertou grande interesse. Defendeu as cores de J. Weber.

CONDUÇÃO

O jornal “Diário da Tarde”, em sua edição de 3 de maio de 1909, reclama da condução para o Prado: “Quem sae do centro da cidade ao meio dia vai chegar ao Prado depois do segundo páreo porque os vehículos as Empreza vão numa marcha morosissima, apinhados de passageiros, como se fossem latas de sardinha, parando aqui e ali, para arrumar uma corrente que desengata, para desembaraçar um burro dos arreios, para espera de ¼ de hora no desvio, etc.”

BICICLETAS, AUTOMÓVEIS E FUTEBOL

As primeiras corridas de bicicletas e de automóveis foram realizadas na pista do Guabirotuba, enquanto as primeiras partidas de futebol na capital paranaense tiveram como palco a redonda do Prado.

No dia 15 de maio de 1910, o jornal “A República” publicou a seguinte nota: “Vamos ter uma festa sportiva inteiramente nova para a sociedade coritibana. O Coritibano Foot Ball Club convidou o Pontagrossense Foot Ball Club para um match, a realizar-se nesta capital, no ground preparado no terreno central do Jockey Club Paranaense”.

TAÇA DOS PRODUTOS E TAÇA NACIONAL

A temporada de 1918, gestão do presidente Augusto Loureiro, ganhou importância porque no dia 22 de setembro foi corrida pela primeira vez a Taça dos Productos, na distância de 1.600 metros, com a vitória de Jubileu, de M. Barroso.

A Taça Nacional, em 2.500 metros, pela dotação de 10 contos de réis, foi corrida pela primeira vez em 19 de outubro do mesmo ano, marcando a vitória de Patrono, que defendeu as cores de Carlos Dietzsch.

As duas Taças foram o destaque do turfe local até 1930, pois a partir daquele ano o Jockey Club não recebeu mais apoio do Governo para promoção das referidas provas.

DIFICULDADES

O Jockey Club sempre lutou com dificuldades. Em 1935, por exemplo, o Prado permaneceu fechado durante vários meses devido a longa temporada de chuvas – a pista era de terra batida – tendo o jornal “O Dia” comentado: “é voz geral que quando nossa benquista sociedade de turfe anuncia corridas em seu aprazível Prado, São Pedro, como que enciumado de não poder assistir os páreos, abre as torneiras do céu…”.

SWEEPSTAKE

No dia 21 de abril de 1935 que o Jockey Club promoveu o primeiro Sweepstake de sua história, com a realização do Grande Prêmio “Cruzeiro do sul”, corrido em 2.500 metros, pela dotação de 10 contos de réis. Harpagão, um filho de Papyrus e Sulene, de criação e propriedade de Pedro Gusso, que também era seu treinador, venceu a prova sob a direção de Pedro Gusso Filho. Assinalou 162″1/5, derrotando Canto Real, Luar e Xamate.

FASE DE EVOLUÇÃO

O turfe local atravessou uma fase sem destaque, mas a partir de 1940, na gestão do presidente Aramys Athayde, com a importação de animais argentinos e uruguaios, além da vinda de um lote de potros e potrancas de criação de Linneo de Paula Machado, melhorou muito o nível técnico das corridas do Guabirotuba.

Assim, no início da década de 40, foram instituídas algumas das provas mais importantes do calendário turfístico paranaense, como o Grande Prêmio “Paraná” e os Clássicos “Primavera”, “Carlos Dietzsch” e “Manoel Ribas”.

GRANDE PRÊMIO PARANÁ

O Grande Prêmio Paraná, prova máxima do turfe local, foi corrido pela primeira vez no dia 20 de dezembro de 1942, em 3.100 metros, pela dotação de Cr$ 25.000,00. Com Ochos, sob a direção de Pedro Gusso Filho e preparado por Henrique de Souza, venceu a prova defendendo as cores de Manoel Ribas. Suspenso (Aristides Santos) e Guadananza (Omario Reichel) chegaram nas posições imediatas.

NOVO HIPÓDROMO

Muitos defendiam, em 1948, a remodelação do Hipódromo do Guabirotuba, mas outros achavam que o terreno não oferecia as melhores condições. Assim, em setembro daquele ano, foram iniciadas as negociações entre o Jockey Club do Paraná, representado por Rubens Amazonas Lima, e o Desembargador Aristoxenes Bittencourt, para compra do terreno do Tarumã.

Mas, em 1949, ainda predominava a idéia da construção do novo hipódromo no próprio terreno do Guabirotuba, segundo declaração do secretário do Jockey Club, Marçal Maciel. Nomeou-se, inclusive, uma comissão para tratar do assunto, que estava assim constituída: Lineu Ferreira do Amaral (presidente), Raul Gutierrez, Epaminondas Ribeiro, Oscar Rocha e os demais integrantes da diretoria.

O prefeito Lineu Ferreira do Amaral, na primeira quinzena de setembro de 1949, assinou a lei 205: “incorporando as áreas específicas ao patrimônio do Jockey Club do Paraná”.

Lineu Ferreira do Amaral assumiu a presidencia no dia 20 de janeiro de 1950, constando em sua plataforma a “reconstrução do Guabirotuba ou construção de novo hipódromo em local apropriado”.

AUTORIZAÇÃO

No dia 31 de agosto de 1950 o Governador Moyses Lupion “autorizou a aquisição de área necessária, reajustando o valor da avaliação das atuais instalações e terrenos do Jockey”. Desta forma o terreno do Gubirotuba passou para o estado e uma área no Bairro do tarumã passou para o Jockey.

APOIO

No dia 30 de junho de 1951 Bento Munhoz da Rocha Netto compareceu ao terreno pela primeira vez como Governador do Estado, declarando na oportunidade ao presidente Lineu Ferreira do Amaral que daria todo apoio ao jockey Club do Paraná para construção do novo hipódromo. Confirmou sua declaração oferecendo condições financeiras para a concretização do negócio.

PEDRO ALÍPIO

Pedro Alípio Alves de Camargo, no dia 12 de janeiro de 1952, assumiu a presidencia do jockey club, encabeçando a chapa “Conciliação”. Logo no início de sua gestão começou a estudar o aspecto financeiro para a construção do novo hipódromo, que era o grande sonho dos turfistas.

A diretoria, em junho de 1952, organizou um gráfico do andamento das obras, cujo projeto era do engenheiro Edmir Silveira D´Avila, prevendo a inauguração do hipódromo do Tarumã para novembro de 1953. naquele mês foram iniciados os processos de terraplanagem e no dia 13 de setembro de 1952 foi realizada a solenidade de início da construção da arquibancada social, com as presenças do Governador Bento Munhoz da Rocha Netto e presidente Pedro Alípio Alves de Camargo.

Em 22 de novembro de 1952 chegou a Curitiba Juan Regalia, técnico argentino e superintendente do Hipódromo Eva Perón, que veio estudar a construção da pista do novo hipódromo.

Alem de outros problemas, a marquise da arquibancada social teve que ser refeita e, desta forma, não foi possível a inauguração do tarumã na data prevista.

FESTA DE DESPEDIDA

No dia 21 de novembro de 1955 realizou-se a emocionante festa de despedida do Hipódromo do Guabirotuba, que durante 56 anos foi palco das reuniões promovidas pelo Jockey Club do Paraná.

Humorada, uma filha de Fair Trader e Cuquita, de criação do Haras Paraná, que defendeu as cores de Pedro Alípio Alves de camargo, venceu a última prova realizada, sob a direção de Macedo de Freitas e preparada por Rubens Gusso. Derrotou Eranio, assinalando 132″5/10 para os 2.000 metros.

Depois da saudação do presidente Pedro Alípio Alves de Camargo e do toque de silêncio, muitas lágrimas…

NOVO HIPÓDROMO

A mudança para o novo hipódromo começou no dia 22 de novembro. Naquela tarde a pista do Tarumã foi franqueada para trabalhos. O presidente Pedro Alípio Alves de Camargo convidou Flávio Macedo para cortar a fita. Fair Diplomat (Helmar Cezar) e Humorada (Constante Bini) foram os primeiros animais que galoparam na raia externa do Tarumã.

INAUGURAÇÃO

Dia 10 de dezembro de 1955, às 11 horas da manhã, realizaou-se a solenidade oficial com as presenças do Governador Bento Munhoz da Rocha Netto, Prefeito Ney Braga, Secretário de Saúde Joaquim de Mattos Barreto, Presidente Pedro Alípio Alves de Camargo e as grandes figuras do turfe do Paraná.

As 13:30 horas do mesmo dia, Mario de Araujo Marquez ordenou a partida da primeira corrida realizada no Hipódromo do Tarumã, denominada Grande Prêmio “Inaugural”. O vitorioso foi o cavalo Miguel Ângelo, sob a direção de Pierre Vaz e o preparo de A. Garcia, defendendo as cores do Haras Fazenda Nova.

No dia seguinte foi a vez do Grande Prêmio Paraná 1955, com a vitória do cavalo Salomão, que defendeu as cores de Atílio Los Tedesco. Recebeu a direção de R. Arede e o preparo de Nereu Miltzareck.

O Hipódromo do Tarumã completou 50 anos em 2005, com a realização do Grande Prêmio “Paraná” – Cinqüentenário do Hipódromo do Tarumã. A vitória foi do cavalo Fort Bird, de propriedade do Haras Moenda de Itatiba. Carlos Pereira Gusso foi o treinador e Jorge Ricardo o piloto.

Por Raphael Munhoz da Rocha – Jornalista